Resiliência – Parte 3 (última parte)

Diariamente todas as pessoas dispõe de certa quantidade de energia para se adaptar as mudanças, aceleradas e continuas. O modo como cada um encara os acontecimentos geram maior ou menor resposta de sofrimento e estresse.

Nem todos tem a habilidade de resiliência, de enfrentar as adversidades, de encarar como oportunidade e aprender, por isso muitos se sentem desamparados e tendem a recuar e desistir de enfrentar os desafios.

Os indivíduos mais resilientes se tornaram um diferencial competitivo e tem atitudes distintas diante das dificuldades e conseguem manter o equilíbrio emocional e minimizam os contratempos. Esses conseguem visionar além do problema, mantém o foco na resolução e não na dificuldade.

Importante dizer que essa habilidade de resiliência não é inata, não vem da genética, é aprendizado, é extraído ao longo das vivencias, das experiências, é desenvolvida a partir de desafios enfrentados onde as influências positivas superam as negativas.

Bons relacionamentos com família, trabalho, amigos, religião, social e auto conhecimento são influências positivas que proporcionam fatores de proteção para que o indivíduo se sinta fortalecido o bastante para encarar um desafio.

Em contrapartida falta de apoio familiar, dificuldades financeiras, relacionamentos tóxicos acarretam no desiquilíbrio emocional, são influências negativas, causadores de estresse e impedimento no enfrentamento de momentos críticos.

Em fim desenvolver a resiliência é uma decisão de retirar dos momentos de dificuldades o aprendizado, é se permitir improvisar, é fazer o que é possível com o que se tem, e criar as próprias ferramentas e utilizar sempre que necessário como uma lição para vida.